Encaixa-se perfeitamente no padrão de velocidade exigido pela modernidade do nosso atual mundo globalizado, devendo neste sentido, ser evitada enquanto panaceia de resolução rápida de problemas superficiais.
Se corretamente indicada, a Psicoterapia Breve pode se tornar uma alternativa útil e coerente com as necessidades de muitos pacientes. Não entenda a Psicoterapia Breve como solução breve (no tempo) e superficial para conflitos atuais, mas uma proposta de reflexão e trabalho com a complexidade do ser humano em toda a sua profundidade, segundo preceitos da teoria e clínica psicanalíticas.
“O “encontro”, como definiu Winnicott, pode ocorrer em apenas uma sessão e não acontecer em dez anos de terapia” (M.Hegenberg.)
Na Psicoterapia Breve, o papel do terapeuta é muito mais amplo, muito mais ativo, participativo e, por isso mesmo, muito mais responsável. Exige-se alguma experiência e muito mais disposição para exercer ativamente o papel de terapeuta que se exige em processos prolongados.
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